segunda-feira, 31 de março de 2014

Indicação de literatura maçônica (O Templo e a Loja)

      A indicação de literatura maçônica é o livro O Templo e Loja, de autoria dos pesquisadores MICHAEL BAIGENT e RICHARD LEIGH.
     A obra trata da História de Maçonaria, tendo como um dos pontos de partida a formação da Escócia, na Idade Média.
     Os autores desenvolvem o estudo começando com a saga guerreira de Robert Bruce rumo ao trono da Escócia, onde torno
u-se Robert I.
   A seguir, é desenvolvida a tese da sobrevivência e o desenvolvimento da Ordem dos Cavaleiros Templários na Escócia Medieval, patrocinada inicialmente por Robert I.
   O livro estuda também a Franco-Maçonaria Inglesa, a Maçonaria Jacobita e a entrada Maçonaria nos Estados Unidos, entre outros temas.
    A obra está disponível na Sala de Leitura JOSÉ RAMOS PENÊDO, localizada
no Complexo Arquitetônico do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito.

JOSÉ RAMOS PENÊDO foi membro efetivo 
do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 
para o Rito Escocês Antigo e Aceito 

Agenda para 2014 do Sublime Capítulo Rosacruz Cruzeiro do Sul.

O maçom OSNI WESLEY é o 
Atherzata  (Presidente) do 
Sublime Capítulo Rosacruz
Cruzeiro do Sul
   Os estudos do Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador) e do Grau 32 (Sublime Príncipe do Real Segredo) requerem importantes conhecimentos que são ministrados nos Sublimes Capítulos Rosacruzes (oficinas maçônicas que funcionam do Grau 15 ao Grau 18).
  Como exemplo desses ensinamentos, no Grau 15 (Cavaleiro do Oriente) é ensinada a importância do trabalho árduo e incessante, bem como da permanente vigilância, para a conquista da liberdade de pensar e de reconstruir
  
Brasão do Grau 15 (Cavaleiro do Oriente)
   No Complexo Arquitetônico do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito funciona o Sublime Capítulo Rosacruz Cruzeiro do Sul, o qual ministra instruções e iniciações do Grau 15 (Cavaleiro do Oriente) ao Grau 18 (Cavaleiro Rosacruz, ou Cavaleiro do Pelicano).
    Segue abaixo o calendário das sessões ritualísticas do Sublime Capítulo Rosacruz Cruzeiro do Sul.

sábado, 29 de março de 2014

Revista O Consistório - Edição Nº 5 (Versão para download)

   Entre os anos de 1996 e 2002, o Consistório Nº 1 publicou a revista O Consistório, a qual, entre outras atividades, divulgava estudos sobre Maçonaria, sobre a cultura em geral e relatava atividades da Oficina Litúrgica.
    A revista foi criada durante o período em que o Grande Inspetor Geral JOÃO FERREIRA DURÃO ocupou o cargo de Soberanos do Soberanos (na nomenclatura atual, Comandante-em-Chefe) do nosso Consistório.
    As revistas publicadas naquela época estão em processo de digitalização e passarão à disposição do público para leitura e/ou download.
   Em prosseguimento a esse processo, segue abaixo o link para a Revista O Consistório - Edição Nº 5ano 1998 (Edição Histórica).
Revista O Consistório - Edição 05

Agenda para 2014 da Augusta Loja de Perfeição Cruzeiro do Sul.

O maçom JOÃO GUERRERO é o
Três Vezes Poderoso Mestre
(Presidente) da Augusta Loja
de Perfeição Cruzeiro do Sul
   Os estudos do Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador) e do Grau 32 (Sublime Príncipe do Real Segredo) requerem importantes conhecimentos que são ministrados nas Lojas de Perfeição (oficinas maçônicas que funcionam do Grau 4 ao Grau 14).
   Como exemplo desses ensinamentos, no Grau 9 (Cavaleiro Eleito dos Nove) no Grau 10 (Cavaleiro Eleito dos Quinze), que dão prosseguimento ao estudo da Lenda do Mestre Arquiteto Hiram Abiff, são ministrados ensinamentos ligados à utilização dos meios legais para a aplicação da Justiça, bem como ao respeito às autoridades constituídas .
    Já no Grau 13 (Cavaleiro do Real Arco), são apresentados os ensinamentos místicos ligados à Lenda de Enoque e à busca da Verdade, através da alegoria da Palavra Perdida 
Brasão do Grau 13 (Cavaleiro do Real Arco)
   No Complexo Arquitetônico do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito funciona a Augusta Loja de Perfeição Cruzeiro do Sul, a qual ministra essas instruções e iniciações do Grau 4 (Mestre Secreto) ao Grau 14 (Perfeito e Sublime Maçom).
    Segue abaixo o calendário das sessões ritualísticas da  Augusta Loja de Perfeição Cruzeiro do Sul.
Publicada no Boletim Nº 293 (ano 2013) do
Supremo Conselho do Brasil do Grau 33
para o Rito Escocês Antigo e Aceito.

Comunicado do Supremo Conselho

    Segue abaixo o comunicado publicado no boletim do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito Nº 293, referente a setembro, outubro, novembro e dezembro de 2013, destinado às Administrações dos Órgãos e Corpos subordinados.

Relação dos Membros e ex-Membros da Administração do Consistório Nº 1

   Segue abaixo a pesquisa referente aos maçons que ocuparam cargos na Administração do Consistório Nº 1, a qual será paulatinamente atualizada ao longo das posteriores pesquisas nos livros de atas, nos boletins do Supremo Conselho e nos livros de atos do Presidente do Consistório Nº 1.
     Cada maçom está agrupado dentro da mais alta função que exerceu na Administração do Consistório Nº 1.
Presidente
ANTÔNIO TARCÍLIO ARRUDA PROENÇA
ARIOVALDO VULCANO
ARY AZEVEDO DE MORAES
CID NEY FILARDI RAMOS
DJALMA SANTOS MOREIRA
HUMBERTO CHAVES
JOÃO FERREIRA DURÃO
MILTON ANTÔNIO GRAÇA DO SACRAMENTO (atual)
MOACYR ARBEX DINAMARCO
MURILO MONTEIRO
ZIÉDE COELHO MOREIRA

Primeiro Tenente Comendador
ARISTHON JOSÉ DOS SANTOS
ARNALDO DA PENHA ROSA (atual)
ARACATY JOSÉ DE MEDEIROS
JOÃO PEREIRA LEITE

Segundo Tenente Comendador
FERNANDO MARQUES RODRIGUES (atual)
JOAQUIM DA TAVARES DA SILVA

JOSÉ LOPES CASTELLO BRANCO
SIDNEY JACCOUD
WANDERSON TIBIRIÇÁ FRANCO

Grande Orador
ANTÔNIO CARLOS BARBOSA RAMOS
ARAKEN FAISSOL PINTO
CARMELINO SOUZA VIEIRA
JOSÉ LUIZ SOARES DE OLIVEIRA
MANOEL BENJAMIN DE MENDONZA (atual)
MILTON VARELLA VIVAS
Grande Orador Adjunto
ARMANDO MONTEIRO PIRES
MANOEL RODRIGUES DE CASTRO
SYLVIO ALVARES DA CUNHA FILHO
Grande Secretário
ALFREDO DAHER MERCHAK
ÁLVARO PESSANHA
BENITO JUAREZ TEIXEIRA LOPES

EDUARDO GOMES DE SOUZA
MÁRIO LÚCIO DE LIMA NOGUEIRA (atual)
Grande Secretário Adjunto
AUGUSTO NUNES FEITAL (atual)
GALBA LOUREIRO
Grande Tesoureiro
ARLINDO DE JESUS RODRIGUES PEREIRA ALVES
BENITO COHEN (atual)
IVO CARNEIRO

BENITO COHEN
Grande Tesoureiro Adjunto
BARZANULPHO FEITAL
BENITO COHEN
CARLOS LOUREIRO AMARANTE
JORGE RODRIGUES LEITÃO (atual)
JOSÉ ALVES DE QUEIROZ
JOSÉ SOARES
OTACÍLIO RODRIGUES DE ALCÂNTARA
Grande Chanceler
ANÍBAL RAMON AYALA SANTOMÉ
CELESTINO DAS NEVES

DERMEVAL DAIER FRANCO REIS
HENRIQUE MIRANDA SANTOS MOURA

JOSÉ DE OLIVEIRA PEREIRA
Mestre de Cerimônias
AILTON CAL DE BRITO
LIES MARIA ALVES DE SOUZA (atual)
STENÉLIO RODRIGUES DE FREITAS

WALDIVES LINHARES
Mestre de Cerimônias Adjunto
JOSÉ ANTÔNIO FERNANDES VIEIRA
JURIVÊ NUNES VIANA
NILSON CESAR LOUREIRO CARNEIRO
Grande Arquiteto
ANTÔNIO BATISTA DE LIMA
ANTÔNIO PEREIRA DE LIMA
JOSÉ EZEQUIEL BRASIL
PAULO LUIZ DA CUNHA (atual)

Grande Porta-Bandeira
BOLIVAR FERRAZ RAMOS
NAPOLEÃO FIORAVANTE FERREIRA
SALVADOR DURAN BATALHA
Grande Porta-Estandarte
DARCI FERREIRA DOS SANTOS
ENYR DE JESUS DA COSTA E SILVA
FERNANDO CONDE SANGENIS
JOSÉ DA GAMA E CASTRO (atual)
JOSÉ LOPES PEREIRA

Grande Hospitaleiro
LINCOLN MACHADO CORREA (atual)
MANSUR HADDAD
Grande Mestre de Harmonia
CARLOS ANTÔNIO SOTELLO
LUIZ VIANNA

Grande Mestre de Harmonia Adjunto
WILSON FORTUNATO DANTAS (atual)
Grande Capitão das Guardas
FLORISVAL DE OLIVEIRA
JOSÉ ENÉAS JORGE DOS SANTOS
ROBERTO GERALDO FERREIRA (atual)

Membros de comissões
MARCOS FLÁVIO FERREIRA PINTO
NIVALDO COMBAT
RÔMULO RIOS PESSOA
MANOIL ZAGONI
OSIVAL JOSÉ VIANNA
MAURÍCIO DIAS DE CASTRO
EUGÊNIO BARGIONA
DELFIM MARTINEZ ALVAREZ
CELESTINO GOMES DA CUNHA BRANDÃO
JOÃO HONÓRIO DE ALMEIDA
HUMBERTO LEAL CRUZ
JOSÉ DOMINGOS TEIXEIRA NETO
MANOEL PADILHA DE BARROS
OSCAR SOARES DE OLIVEIRA
JOÃO BAPTISTA FERNANDES OLIVEIRA CUNHA
JAYME FREIRE DE ARAÚJO
HÉLIO JOAQUIM CARNEIRO
ADALBERTO JOSÉ
ALBERONE LOURINHO POMPEO
NEWTON MASSON PERREIRA ANDRADE
DANTE SANTOS FONSECA
VICENTE DE PAULA RIBEIRO COIMBRA
CHAQUIB MANOEL JOAQUIM
ANTENOR BARBOSA DOS SANTOS

quarta-feira, 26 de março de 2014

Revista O Consistório - Edição Nº 4 (Versão para download)

     Entre os anos de 1996 e 2002, o Consistório Nº 1 publicou a revista O Consistório, a qual, entre outras atividades, divulgava estudos sobre Maçonaria e sobre a cultura em geral e relatava atividades da Oficina Litúrgica.
    A revista foi criada durante o período em que o Grande Inspetor Geral JOÃO FERREIRA DURÃO ocupou o cargo de Soberanos do Soberanos (na nomenclatura atual, Comandante-em-Chefe) do nosso Consistório.
    As revistas publicadas naquela época estão em processo de digitalização e passarão à disposição do público para leitura e/ou download.
   Em prosseguimento a esse processo, segue abaixo o link para a Revista O Consistório - Edição Nº 4ano 1997 (Edição Histórica).
Revista O Consistório - Edição 04

terça-feira, 25 de março de 2014

Advogado Humberto Chaves (Ex-Presidente do Consistório Nº 1)

     O maçom HUMBERTO CHAVES foi iniciado no dia 19 de julho de 1916, na Augusta Respeitável Grande Benfeitora Loja Simbólica Acácia Nº 177 (link para => Loja Acácia Nº 177), localizada no município de Niterói.
   
Nos Graus Simbólicos, foi filiado e membro honorário de diversas lojas do Estado do Rio de Janeiro, chegando a ser Grande Secretário Geral da Ordem, durante o terceiro mandato de OTÁVIO KELLY à frente do Grão Mestrado do Grande Oriente do Brasil (período entre 1931 e 1933). Foi também agraciado com o título de Benemérito da Ordem.

     No ano de 1968, sob o Grão Mestrado de ÁLVARO PALMEIRA, fez parte da comissão do Grande Oriente do Brasil responsável pela revisão da Constituição do Rito Brasileiro, a qual foi aprovada no mesmo ano.
Em 1968, o Rito Brasileiro, apesar de
regular, não possuía lojas funcionando no
âmbito do Grande Oriente do Brasil.
   Após a promulgação da Constituição do Rito Brasileiro, HUMBERTO CHAVES assumiu o cargo como o primeiro Soberano Grande Primaz do Supremo Conclave do Brasil para o Rito Brasileiro (link para o => Supremo Conclave do Brasil para o Rito Brasileiro) e, nessa condição, firmou o Tratado de Amizade e Aliança Maçônica com o Grande Oriente do Brasil

O maçom HUMBERTO CHAVES 
era advogado.

    Nos Altos Graus, reorganizou o Ilustre Conselho de Kadosh Nº 1, assumindo o cargo de Grande Venerável (Presidente) desse Alto Corpo em duas ocasiões: no período de 1930 a 1933, e no período entre 1936 e 1939.
   HUMBERTO CHAVES foi Membro Efetivo do então Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito para os Estados Unidos do Brazil.
     No Consistório Nº 1, foi presidente no período entre 15 de fevereiro de 1966 e 15 de setembro de 1967. Tendo assumido esse cargo em razão do afastamento da presidência desse Alto Corpo do então Soberano dos Soberanos (na nomenclatura atual, Comandante-em-Chefe) ANTÔNIO TARCÍLIO DE ARRUDA PROENÇA, por motivos de saúde.

segunda-feira, 24 de março de 2014

As civilizações do Crescente Fértil e o Rito Escocês Antigo e Aceito (Introdução)

   Para entender o contexto geográfico em que ocorreram alguns episódios estudados no Rito Escocês Antigo e Aceito, é necessário analisar com detalhes a região denominada Crescente Fértil, também conhecida como o Berço da Civilização.
   A região do Crescente Fértil abrange o seguintes países: Jordânia, Líbano, Palestina, Israel, parte da Síria, do Irã, da Turquia, do Iraque e do Egito
A região do Crescente Fértil localiza-se na
 extremidade oriental do Mar Mediterrâneo.
   Do ponto de vista continental, o Crescente Fértil é uma região de passagem entre a África e a Ásia, que inclui os vales dos rios Nilo, Jordão, Tigre e Eufrates
   A região do Crescente Fértil recebeu este nome por duas razões: a primeira pelo fato da sua área ter o formato de uma lua no quarto crescente e a segunda pela fertilidade do solo, em razão dessa área ser banhada por grandes rios.
   Os rios da região do Crescente Fértil forneciam água e alimentos (pesca e agricultura) para as populações locais e serviam como vias de transporte de pessoas e de mercadorias, proporcionando a fixação de tribos nômades nas proximidades daqueles rios.
    As bases do progresso dos grandes impérios da Antiguidade da região do Crescente Fértil foram: a abundância de água potável, a fertilidade do solo resultante da cheias do rios, a navegação fluvial e a grande utilização da agricultura irrigada.
    Na região do Crescente Fértil, importantes civilizações se destacaram, como: a egípcia, a hebraica e a babilônica. Esse desenvolvimento foi possível devido à criação de sistemas de governo específicos (monarquias, teocracias, patriarcados etc.); do desenvolvimento de técnicas agrícolas adequadas (irrigação, semeadura etc.), da criação da escrita (hieroglífica, cuneiforme etc.), da consolidação das religiões locais (politeísmos e monoteísmos), do desenvolvimento do artesanato (carpintaria, metalurgia, tecelagem etc.) e da evolução das técnicas de construção 
Na Ásia, os rios Indo e Amarelo também proporcionaram o surgimento de importantes civilizações da Antiguidade.
   Nos estudos posteriores serão analisadas separadamente as antigas civilizações do Crescente Fértil que têm significado relevante para o Rito Escocês Antigo e Aceito e para toda a Maçonaria.
   Seguem abaixo dois links referentes às aulas ministradas pelo Pastor ANTÔNIO FONSECA, do Instituto Cristão de Pesquisas (ICP), acerca do Crescente Fértil.
Link para aula sobre => Crescente Fértil (Parte 1)

Link para aula sobre => Crescente Fértil (Parte 2)

domingo, 23 de março de 2014

Personagens do Grau 31 (Têmis)


     A deusa grega Têmis (ou Themis), personagem do Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador), era filha do deus Urano (o Céu) e da deusa Gaia (o planeta Terra).
     Têmis era uma deusa titânide, ou seja, pertencia ao grupo dos mais antigos deuses (deuses anciões) da Mitologia Grega.
Urano, pais de Themis, era um velho deus que fecundava 
a deusa Terra, mas não permitia que seus filhos
nascessem, mantendo-os presos no interior da mãe.
     Quando criança, Têmis foi entregue por sua mãe Gaia (ou Géia) à deusa Nyx (a Noite), a fim de protegê-la das loucuras de seu pai Urano (ou Ouranus, ou Uranus). Deste modo, Têmis foi criada junto com a deusa Nêmesis (deusa da Vingança, ou da Compensação), filha de Nyx.
Nemesis, a deusa alada, era considerada uma divindade 
implacável que, por vezes, tinha a tarefa de trazer
 os criminosos à presença de Têmis, para serem julgados. 
     Na Mitologia Grega, a deusa Têmis representava a ordem, a eqüidade, o Direito e o equilíbrio. Deste modo, Têmis era considerada como a divindade que assegurava a estabilidade e harmonia no âmbito na sociedade divina.
   Especificamente no Olimpo, Têmis era a deusa responsável por convocar a assembléia dos deuses e, posteriormente, passou a ser conselheira de Zeus, o rei dos deuses gregos.
zeus apolo hera
A assembléia dos deuses olímpicos era formada por:
Zeus (rei dos deuses), Hera (rainha dos deuses), Poseidon (deus dos mares), Atenas (deusa da sabedoria), Hades (deus do mortos), Afrodite (deusa do amor),
Ares (deus da guerra), Héstia (deusa do lar e da família), Apolo (deus do sol), Deméter (deusa da agricultura), Hefesto (ferreiro do deuses), Dionísio (deus do vinho), Ártemis (deusa da caça) e Hermes (mensageiro do deuses).
   No âmbito do mundo físico, Têmis participava na manutenção do equilíbrio do Universo, assegurando que houvessem a ordem e a estabilidade cósmicas.
      Entre os homens, Têmis representava a devoção do povo grego aos costumes e a obediência às leis. Nesse caso, Têmis tinha a função de estabelecer para o homem o caminho social correto.
    Inicialmente, Têmis era considerada uma divindade que apenas zelava pelo cumprimento dos juramentos, visto que, diante dos magistrados, as pessoas juravam por Têmis. Com o tempo e como essa deusa era frequentemente invocada durante os julgamentos, Têmis passou a ser considerada como uma deusa da Justiça.
    Artisticamente, Têmis é atualmente representada vendada,  tendo numa das mãos uma balança e, na outra, uma espada, simbolizando os poderes de julgar e de fazer cumprir os vereditos. Originalmente, Têmis portava uma espada e uma cornucópia.
Além de representar a Justiça Divina, a balança de Têmis 
simbolizava a manutenção do Equilíbrio Universal.
   Têmis, a quem os romanos chamavam Justitia, foi a segunda esposa de Zeus. As principais filhas desse casamento foram: as deusas Horas (link para => deusas Horas) e as Moiras (deusas do Destino).
    Têmis era uma deusa oracular, ou seja, comunicava-se com os homens através de oráculos (videntes) a fim de dar-lhes o conhecimento do futuro da humanidade. Essa deusa antecedeu o deus Apolo nas cerimônias de adivinhação no Oráculo de Delfos.
   A deusa Têmis, ao final, eternizou-se quando foi ocupar um lugar no céu, transformando-se num conjunto de estrelas, a Constelação de Libra, onde essa divindade encontra-se representada pela sua balança.
    Na tradição grega, com a partida de Têmis (a Justiça do Deuses) para o céu, sua tarefa entre os homens é herdada por uma de suas filhas, a deusa Dikê (deusa da Justiça, a Justiça dos Homens), que desejava abolir as antigas leis baseadas no temor e na cega obediência aos deuses.
   Na esfera social, a passagem da justiça de Têmis para a justiça de Dikê (para os romanos Astréia, ou Astrea) está diretamente relacionada ao desenvolvimento da Filosofia Grega, apoiada por pensadores como: Sócrates, Platão e Aristóteles.
O filósofos trouxeram novas formas de entender o mundo 
e a Humanidade, e seus ensinamentos baseavam-se na 
realidade dos homens e não mais na vontade dos deuses.
     No Rito Escocês Antigo e Aceito é um importante símbolo da Justiça que reforça os ensinamentos do Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador).

Revista O Consistório - Edição Nº 3 (Versão para download)

     Entre os anos de 1996 e 2002, o Consistório Nº 1 publicou a revista O Consistório, a qual, entre outras atividades, divulgava estudos sobre Maçonaria e sobre a cultura em geral e relatava atividades da Oficina Litúrgica.
    A revista foi criada durante o período em que o Grande Inspetor Geral JOÃO FERREIRA DURÃO ocupou o cargo de Soberanos do Soberanos (na nomenclatura atual, Comandante-em-Chefe) do nosso Consistório.
    As revistas publicadas naquela época estão em processo de digitalização e passarão à disposição do público para leitura e/ou download.
   Em prosseguimento a esse processo, segue abaixo o link para a Revista O Consistório - Edição Nº 3, ano 1996 (Edição Histórica).
Revista O Consistório - Edição 03

sexta-feira, 21 de março de 2014

Aarão, o primeiro sumo-sacerdote do Tabernáculo hebreu.


    O patriarca Moisés, importante personagem da Cripta dos Grandes Filósofos do Grau 32 (Sublime Príncipe do Real Segredo), durante a maior parte do seu ministério como líder do povo hebreu teve ao seu lado seu irmão Arão (ou Aarão).
Moisés e Arão participaram juntos do episódio da transformação 
do cajado (vara de Arão) em serpente diante do faraó
    Arão era o filho mais velho de Anrão e Joquebede e  foi bisneto de Levi. Viveu entre 1.507 a.C. e 1.471 a.C. e foi sucedido, como sumo-sacerdote hebreu, por seu filho Eleazar.
    Segundo a Bíblia, Arão se comunicava facilmente e, em razão desse fato, Arão foi diversas vezes o porta-voz de Moisés, visto que este último personagem tinha dificuldades na fala.
    Aarão teve uma importante participação nos eventos que antecederam a libertação do povo hebreu da escravidão do Egito. Dois exemplos dessa fase são: a mágica contenda que Arão teve com os feiticeiros egípcios diante do faraó e os episódios ligados às pragas enviadas por Deus sobre o povo egípcio.
     Arão era também o principal companheiro de Moisés durante as várias mensagens e revelações feitas por Deus ao seu irmão.
   No período do Êxodo, que começa na saída do povo hebreu do Egito e se estende até a sua chegada na Terra Prometida (Canaã), foi implantada a prática do culto ao Senhor numa tenda sagrada desmontável e itinerante, chamada Tabernáculo
A tenda do culto a Yahveh era montada ao longo
 dos caminhos percorridos pelo povo hebreu.
    Arão foi designado o primeiro sumo-sacerdote (kohen gadol) para a realização dos cultos no Tabernáculo.
    Conforme o Livro do Êxodo, as vestes do sacerdotais de Arão, bem como o Tabernáculo e seus utensílios, foram produzidos sob a direção de Bezeleel e de Ooliab (link para o estudo sobre => Beseleel e Ooliab).
As 12 pedras/tribos fixadas no peitoral 
da veste sacerdotal eram: sárdio(Judá),
 topázio(Issacar), ônix(Aser), berilo(Dã),
safira(Simeão), jaspe(Naftali)jacinto(José),
 diamante(Gade)ágata(Manassés), 
 ametista(Benjamin), esmeralda(Rubén)
   e carbúnculo(Zebulom)
   Nas vestes do Sumo-Sacerdote Arão, estavam encrustadas doze pedras preciosas e nelas estavam gravados os nomes das doze tribos de Israel (ou doze filhos de Israel). Nessa veste estavam também o Urim e o Tumim (pedras especiais, usadas para conhecer a vontade de Yahweh). A roupa do sumo-sacerdote possuía também uma lâmina de ouro na mitra (ornamento da cabeça) com a inscrição “Santidade ao Senhor”. 
    A partir do sacerdócio de Arão, sua vestimenta passou a ser usada por todos os sumo-sacerdotes hebreus.

    De acordo com o Livro do Êxodo, quando Arão e seus filhos foram ungidos como sacerdotes, foram utilizados o sangue dos animais oferecidos em sacrifício no Tabernáculo, bem como um óleo santo, especialmente preparado, aplicado sobre as suas cabeças e nas vestes.
A unção de Arão é relatada no Livro do Êxodo, 
sendo também citada no Salmo 133.
   Na qualidade de primeiro sumo-sacerdote hebreu, coube a Aarão implantar as tarefas que, a partir daquele momento, ficariam sob a responsabilidade dos futuros sacerdotes. Entre essas tarefas estavam: a expiação dos pecados do povo hebreu, através de rituais de sacrifício de animais; a remoção de toda impureza moral e religiosa do povo de Deus; a purificação das mulheres após o parto; o acompanhamento dos procedimentos relativos aos animais considerados puros ou impuros; a definição das questões relativas às secreções de homens e mulheres; os trabalhos relacionados ao Sábado (Shabbath) e às festas anuais; o acompanhamento do cumprimento das leis rituais, dos  pagamentos dos dízimos e das bençãos.
Cabia também aos sacerdotes a preparação
 do Tabernáculo para as cerimônias.
   O papel mais destacado reservado a Aarão e aos sumo-sacerdotes que o sucederam era na cerimônia anual do Dia da Expiação (Yom Kippur, ou Iom Quipur).
A expiação dos pecados através do sacrifício de animais
 era uma antiga prática do povo hebreu. 
    Muito embora fosse posteriormente ungido como sumo-sacerdote, Arão participou da idolatria praticada pelo povo hebreu, na adoração um deus em formato de bezerro de ouro, durante a ausência de Moisés nos 40 dias em que esteve no Monte Sinai para receber os Dez Mandamentos.
A incerteza no retorno de Moisés
colocou em dúvida a fé do povo hebreu. 
   No Rito Escocês Antigo e Aceito, Aarão é estudado principalmente no Grau 23 (Chefe do Tabernáculo), no Grau 24 (Príncipe do Tabernáculo) e no Grau 25 (Cavaleiro da Serpente de Bronze).

quinta-feira, 20 de março de 2014

Personagens do Grau 32 (Complementação do estudo sobre Zorobabel)

    Finalizando o estudo sobre Zorobabel (link sobre  => Zorobabel), seguem abaixo duas aulas proferidas pelo Pastor ANTÔNIO FONSECA, do Instituto Cristão de Pesquisas (ICP), as quais apresentam informações complementares, baseadas no Livro da Lei (Bíblia Sagrada), relativas ao contexto em que ocorreu o cativeiro dos hebreus na Babilônia, a libertação desse povo pelos persas, bem como seu posterior retorno à Judeia.

Link para => O CATIVEIRO NA BABILÔNIA  


    O conteúdo apresentado pelo Pastor ANTÔNIO FONSECA tem como base o relato bíblico e, dessa forma, deve ser utilizado de modo complementar à pesquisa maçônica.
Zerubbabel
Nos estudos maçônicos, Zorobabel simboliza aquele
que conduz o povo do estado de escravidão à liberdade. 

segunda-feira, 17 de março de 2014

Revista O Consistório - Edição Nº 2 (Versão para download)

     Entre os anos de 1996 e 2002, o Consistório Nº 1 publicou a revista O Consistório, a qual, entre outras atividades, divulgava estudos sobre Maçonaria e sobre a cultura em geral e relatava atividades da Oficina Litúrgica.
    A revista foi criada durante o período em que o Grande Inspetor Geral JOÃO FERREIRA DURÃO ocupou o cargo de Soberanos do Soberanos (na nomenclatura atual, Comandante-em-Chefe) da Oficina Litúrgica.
    As revistas publicadas naquela época estão em processo de digitalização e passarão à disposição do público para leitura e/ou download.
   Dando prosseguimento a esse processo, segue abaixo o link para a Revista O Consistório - Edição Nº 2, ano 1996 (Edição Histórica). 
Revista O Consistório - Edição Nº 2

domingo, 16 de março de 2014

Revista O Consistório - Edição Nº 1 (Versão para download)


     Entre os anos de 1996 e 2002, o Consistório Nº 1 publicou a revista O Consistório, a qual, entre outras atividades, divulgava estudos sobre Maçonaria e sobre a cultura em geral e relatava atividades da Oficina Litúrgica.
Durão
JOÃO FERREIRA DURÃO é
escritor e pesquisador maçom.
    A revista foi criada durante o período em que o Grande Inspetor Geral JOÃO FERREIRA DURÃO ocupou o cargo de Soberanos do Soberanos (na nomenclatura atual, Comandante-em-Chefe) do nosso Consistório.
    As revistas publicadas naquela época estão em processo de digitalização e passarão à disposição do público para leitura e/ou download.
   Dando início a esse processo, segue abaixo o link para a Revista O Consistório - Edição Nº 1, ano 1996 (Edição Histórica). 
O CONSISTÓRIO - Edição Nº 1
Revista O Consistório Edição Nº 1